A Formação do Bairro Central do Município de São João de Meriti

 De Arraial da Pavuna a Centro do Município de São João de Meriti

Imagem 1: Centralidades no Território do 4° Distrito de Iguassú - São João de Meriti


          O atual bairro que compõe o centro de São João de Meriti nem sempre ocupou a posição central dentro da Freguesia de São João Baptista de Meriti. A Matriz da Freguesia estava localizada até meados do século XIX onde hoje é Igreja de Santa Teresinha do Menino Jesus, no bairro de Parque Lafaiete, município de Duque de Caxias. Com a ruína dessa igreja e uma grande epidemia de cólera que assolou esta freguesia, em 1855, a Matriz foi transferida para uma Igreja dedicada à Nossa Senhora da Conceição. Entretanto, a localização desta igreja se perdeu, algumas fontes mencionam que ela ficava na fazenda de Nossa Senhora da Conceição da Pavuna, outras fontes deixam a entender que essa igreja situava-se na Fazenda dos Teles de Menezes, no atual bairro de Vilar dos Teles. Diante da ausência de referência para a sede da Freguesia, o Arraial da Pavuna com seus elementos técnicos instalados em seu território ao longo do tempo, despontou como ponto central dentro do território da Freguesia de São João Baptista de Meriti e no período Republicano, foi elevado a Sede do 4° Distrito do Município de Iguassú.

O centro não está necessariamente no centro geográfico, e nem sempre ocupa o sítio histórico onde esta cidade se originou, ele é antes de tudo um ponto de convergência/divergência, é o nó do sistema de circulação, é o lugar para onde todos se deslocam para interação dessas atividades aí localizadas com outras que realizam no interior da cidade ou fora dela. (SPOSITO, 1991)

                    Os arraiais, ajuntamento de casas e pessoas, eram escassos dentro da freguesia de São João de Meriti e seguiam às margens das vias de comunicação. Inicialmente, seguiam às margens dos rios e depois às margens das estradas. O caso do Arraial da Pavuna não foi diferente, ele surgiu no entorno de um porto colonial que servia não só à Fazenda de N. Sra. do Desterro da Pavuna, mas também a outras fazendas no interior do território da freguesia onde os rios Pavuna e Sarapuí não davam profundidade para passagem das embarcações. Isso fica evidente quando analisamos o caso da Fazenda de São Matheus, uma das mais produtivas da freguesia, e que no futuro daria origem ao território do Município de Nilópolis, que exportava sua produção açucareira por meio de carros de boi ao longo da Estrada de São Matheus que ligava esta fazenda ao porto da Pavuna. Para Lewis Munford (1998), o primeiro meio eficiente de transporte em massa foram as vias aquáticas e, por isso, não é por acaso que o primeiro crescimento das cidades teve lugar em vales de rios. Somente depois disso, o burro, o cavalo, o camelo, o veículo de roda e finalmente a estrada calçada ampliaram os domínios do transporte e deram a cidade comando sobre homens e recurso em áreas distantes. 

          Desde tempos ancestrais essa receita foi seguida, inclusive pelos "semeadores de cidades", nas palavras de Sérgio Buarque de Holanda (1995), quando se referia aos portugueses e seu projeto civilizacional utilizando as cidades como instrumento de dominação dos novos territórios. No caso de São João de Meriti também não foi diferente. As primeiras vias de acesso ao interior dos territórios da baixada fluminense foram os rios e em São João de Meriti esta função foi do Rio Pavuna/Meriti. Diante disso, a antiga tapera da aldeia dos tupinambás da Pavuna serviu de referência para a criação do Engenho de N. Sra. do Desterro da Pavuna e seu porto. Ao longo do tempo este porto cresceu de importância. Contudo, o momento decisivo dessa centralidade foi a construção de uma estrada em 1750. 

Imagem 2: Detalhe destacando o Trajeto da Estrada de Terra Firme - Sobre o Mapa de Vieira Leão


Com o ciclo do ouro, algumas estradas construídas com o objetivo de ligarem o Rio de Janeiro até Minas Gerais passavam pela Pavuna. Em 1750, foi aberta uma estrada chamada Caminho de Terra Firme, Estrada de Minas ou Caminho Novo do Tinguá, feita pelo Mestre de Campo Estevão Pinto. Esse caminho se tornou uma alternativa ao trecho do Caminho Novo de Garcia Paes, até Pilar e seu porto, e o Caminho Novo do Inhomirim ou do Proença, aberto por Bernardo Soares de Proença, que chegava até o porto de Estrela. Ao contrário dessas duas estradas que tinham um trecho de barco até o porto do Rio de Janeiro, o Caminho de Terra Firme poderia ser percorrido todo por terra. Esse caminho saía do Rio de Janeiro passando por Irajá, Pavuna, pelos Engenhos de São Matheus, da Cachoeira, Maxambomba, Belém, contornava a Serra do Tinguá, subindo a serra pelas atuais Paulo de Frontin, Sacra Família do Tinguá e Morro Azul até se encontrar com o Caminho Novo de Garcia Paes e segui por esse caminho até Minas Gerais. (DELPHIM, 2020)

Além do Porto da Pavuna, na altura do Arraial da Pavuna, as margens do Rio Pavuna/Meriti permitiam que o rio fosse transposto sem dificuldade na área de transição do Rio Meriti Doce, bem mais raso em função da degradação ambiental das áreas à montante, nas cabeceiras, e Rio Meriti Salgado, sob a influência da maré, a jusante, o que permitia os barcos obterem calado para chegarem até a Pavuna. Por isso, erroneamente, o viajante Inglês John Luccock que passou pelo Rio Pavuna/Meriti em sua viagem a Minas Gerais, em 1808, registou que a palavra “miriti” quer dizer: “água pequena”, após observar que aquele local era um local de passagem obrigatória de tropeiros que se dirigiam ao interior. (TORRES, 2004)

Um importante elemento espacial que ajudou a permitir o crescimento do Arraial da Pavuna foi a existência de uma ponte sobre o Rio Pavuna nessa localidade. Essa ponte sobre o Rio Pavuna existia antes de 25 de maio 1831, quando Manoel Jordão da Silva, fiscal da Freguesia de Meriti, reclamou à câmara municipal da Cidade do Rio de Janeiro sobre a necessidade da construção de uma ponte já que a antiga estava extinta o que causava incômodos e queixas dos moradores e viajantes. (SANTOS, 1909)



Imagem 3: Fotografia de Max Ferrez - Retratando a Ponte sobre o Rio Pavuna no Início do Século XX

          Posteriormente, em 1817, foi aberta a Estrada da Polícia, pelo Intendente da Polícia Paulo Fernandes Vianna, uma das figuras mais proeminentes da Corte de Dom João VI. A Estrada da Polícia tinha como objetivo ligar a Capital do Brasil ao Sul da Província de Minas Gerais. Seu percurso tinha mais de 20 léguas de extensão começava no Rio Pavuna e seguia por uma várzea de cinco léguas até iniciar a subida da Serra do Mar, até chegar à Fazenda de José Rodrigues Alves, onde mais tarde foi fundada a Cidade de Vassouras, passando pela Aldeia de Valença, chegando a Vianna e daí até a Vila do Presídio do Rio Preto. (NOVAES, 2008)



 
Imagem 4: Mapa Destacando a Estrada da Polícia


          Conforme Delphim (2020), em 1829, começou a ser construído o Canal da Pavuna, um canal artificial ao longo do leito natural do Rio Pavuna/Meriti que contribuiu para o desenvolvimento e consolidação do porto da Pavuna. Contudo, essa obra foi muito demorada e as condições insalubres ao longo do rio dificultaram sua construção e manutenção. A construção desse porto favoreceu o desenvolvimento do Arraial da Pavuna, tendo em vista a construção de trapiches de propriedade de Antonio Tavares Guerra que atuavam no transbordo e armazenamento do café produzido no Vale do Rio Paraíba e escoado por tropeiros que utilizavam a Estrada da Polícia e outras estradas que seguiam para o Porto da Pavuna. A partir do porto da Pavuna o café e as mercadorias produzidas na Freguesia eram transportadas por barcos através do Rio Pavuna/Meriti até o Porto do Rio de Janeiro. 

          A construção do Canal da Pavuna acrescentou mais peso e importância ao Arraial da Pavuna, pois definitivamente transformou a localidade em posição de centralidade dentro do território da Freguesia de São João Baptista de Meriti, mesmo aquele arraial não sendo a sede da freguesia. No entorno do porto e seus trapiches surgiram estalagens e estabelecimentos que atendiam aos tropeiros que chegavam até a Pavuna. 

          A centralidade do Arraial da Pavuna estava dada pela concentração de elementos técnicos  - porto, canal, estradas, trapiches, ranchos e estalagens - que transformavam essa localidade num nó dentro de um nascente sistema de transporte intermodal de mercadorias. Com esse acúmulo de elementos técnicos, utilizando as palavras de Sposito (1991) a Pavuna se transformou em um centro de convergência/divergência, em um nó do sistema de circulação, mesmo este arraial não sendo o centro social, sede, da Freguesia de São João Baptista de Meriti.

           A união entre e Estado e Igreja, por meio da instituição do Padroado, utilizava a Freguesia como instrumento de controle e dominação de um território. Tendo em vista que o pároco era pago pelo Estado, por meio da côngrua, consequentemente, ele era um funcionário do Estado. Dessa forma, a Igreja Matriz de uma freguesia funcionava como a sede administrativa do território sobre sua jurisdição. As informações sobre a Freguesia e seu território eram anotadas pelo padre responsável em seus livros de registros específicos - nascimentos, óbitos, casamentos - que estabelecia o controle sobre uma população - os fregueses - que ia além do âmbito religioso, mas também no âmbito temporal, civil. Nesse contexto, até o final do século XIX, a sede administrativa/religiosa da freguesia estava distante do que hoje é a Igreja da Matriz, no centro do Município de São João de Meriti. 

           A sede da freguesia de São João Baptista de Meriti parafraseando Pizarro e Araújo (1820) quando se referia à sede Freguesia de Santo Antonio de Jacutinga, afirmando que Santo Antonio foi um santo andarilho nessa freguesia, o mesmo podemos dizer de São João Baptista de Meriti. O templo que abrigava a primeira Igreja matriz localizava-se em um outeiro às margens da Baía de Guanabara, próximo à foz do Rio Pavuna/Meriti. Naquele primitivo templo na localidade de Trairaponga, nasceu a Freguesia de São João Baptista de Trairaponga, 1647, uma das primeiras freguesias do Recôncavo da Guanabara. Logo este templo entrou em ruínas e ocorreu a construção de outro templo para substituir o anterior, em outra localidade, mais para dentro do território ao longo do Vale do Rio Meriti/Pavuna, na altura do Engenho do Porto, atual bairro de Parque Lafaiete, no município de Duque de Caxias, RJ. Nesse novo templo de pedra e cal, inaugurado por volta de 1666, a Freguesia muda de nome passando a se chamar São João Baptista de Meriti. Mesmo após a destruição deste templo em 1708, a reconstrução de um novo templo, no mesmo local, concluído em 1747, demonstra a importância desse local como sede da freguesia na vida social daquela população atendida. Essa centralidade persistiu até 1855, quando uma violenta epidemia de cólera-mórbus atingiu a freguesia e o templo sofreu um desabamento de uma das paredes, sendo sua sede transferida para uma Igreja de N. Sra. da Conceição. 

              Simultaneamente, dentro das condições do Antigo Regime nos Trópicos, percebemos que os empreendimentos econômicos e articulações políticas dentro do território da Freguesia de São João Baptista de Meriti colocaram o Arraial da Pavuna, por volta das décadas de 1870 e 1880, como área central dentro deste território, em função dos elementos técnico instalados naquela localidade - porto, canal, estradas, trapiches, ranchos e estalagens. Essa localidade estava sob a influência dos grandes senhores de terra de Meriti na época, a família dos Teles de Menezes e Antonio Tavares Guerra. Este último possuía na Pavuna duas propriedades, a Fazenda do Carrapato, na margem esquerda do Rio Pavuna/Meriti, atualmente, uma grande área do centro de São João de Meriti, e a Fazenda de N. Sra. da Conceição da Pavuna, na margem esquerda, atualmente, município do Rio de Janeiro. Este empresário e senhor de terras muito contribuiu para o crescimento do Arraial da Pavuna, tendo em vista os benefícios que teria com seu desenvolvimento, uma vez que ele era dono dos trapiches localizados no Arraial e que se beneficiava das estradas, do canal e do porto da Pavuna.

          Diante dessa situação a construção de uma nova Igreja Matriz foi idealizada. O Comendador Antonio Tavares Guerra, um dos grandes proprietários e empreendedores da freguesia, em 1876, doou um terreno desmembrado de sua propriedade, a Fazenda do Carrapato, na margem esquerda do Rio Pavuna, no Arraial de N. Sra. do Desterro da Pavuna. A doação deste terreno contribuiu para a formação da centralidade do Arraial da Pavuna dentro do território da Freguesia de São João Baptista de Meriti, na época uma das Freguesias que compunham a Vila de Iguassú. Posteriormente, essa nova igreja matriz serviu para confirmar o Arraial da Pavuna como Sede do 4° Distrito de Iguassú, já no período republicano.

Imagem 5: Mapa Esquemático das Centralidades formadas no Distrito de São João de Meriti - 4° Distrito de Iguassú
 

            A implantação do transporte ferroviário trouxe profundas alterações nos fluxos de deslocamento de pessoas e mercadorias. Em 1858, a Estrada de Ferro Dom Pedro II atravessou uma parte da freguesia de São João de Meriti. Ela foi seguida por outras duas: a Estrada de Ferro Rio D'Ouro, em 1876, e a Estrada de Ferro do Norte, em 1886. Essas estradas de ferro, não só em na freguesia objeto de estudo, mas também em outras promoveu novas centralidades por meio de suas estações ao longo de seus trajetos. Essas centralidades promoveram o deslocamento de antigos centros políticos administrativos para as proximidades dessas estações ferroviárias. Isso ocorreu com a sede da Vila de Iguassú que teve sua sede transferida para os arredores da estação de Maxambomba, em 1916, renomeada para Nova Iguaçu. 

          Na freguesia e, posteriormente, Distrito de São João de Meriti o Arraial da Pavuna já se destacava como sede do Distrito e teve sua confirmação assegurada pela passagem da Estrada de Ferro Rio D'Ouro. Em 1883, esta estrada de ferro teve seu tráfego aberto ao transporte de passageiros. Isto garantiu a existência da Estação da Pavuna. Tendo em vista que a Estrada de Ferro Rio D'Ouro foi construída para transportar os materiais para a construção de barragens e uma adutora para abastecer de água a Cidade do Rio de Janeiro, então Capital Federal. Após a implantação desse sistema de abastecimento, a estrada foi aberta ao tráfego de passageiros. Essa estrada passou pela Pavuna, porque ela seguiu o leito da antiga Estrada de Terra Firme e Estrada da Polícia. A instalação da Estação da Pavuna serviu para confirmar a centralidade desse povoado diante das alterações proporcionadas pelas ferrovias que passavam pela Baixada Fluminense.

           As outras ferrovias também provocaram novas centralidades no entorno de suas novas estações ferroviárias. Em primeiro lugar, a instalação da Estação de Merity, atual Caxias, em 1886, da Estrada de Ferro do Norte, posteriormente Leopoldina Railway, no território da freguesia de São João Baptista de Meriti. Por isso, ela recebeu o nome de Estação de Merity. Essa nova centralidade proporcionada pela possibilidade de deslocamento rápido entre a estação de trem e a capital provocou o deslocamento populacional para o entorno dessa estação, esvaziando inclusive a sede colonial da Freguesia, no entorno da antiga Igreja Matriz de São João de Baptista de Meriti, no atual bairro Parque Lafayete. Assim, no entorno da Estação de Merity surgiu um povoado.

           Em segundo lugar, em 1915, no curso da Estrada de Ferro D. Pedro II, nesta época já renomeada para Estrada de Ferro Central do Brasil, na Estação de Engenheiro Neiva, posteriormente, Estação de Nilópolis, ocorreu o loteamento da antiga Fazenda de São Matheus. Esse loteamento atraiu população para o entorno dessa estação e formou um novo povoado dentro do Distrito de São João de Meriti, formando uma nova centralidade.

          Assim, o Distrito de São João de Meriti, por volta da década de 1920, possuia três povoados que centralizavam os fluxo de pessoas e mercadorias dentro de seu território. Em 1916, o Povoado de Engenheiro Neiva, tornou-se o 7° Distrito de Iguassú, sendo seu território desmembrado do território do 4° Distrito, então São João de Meriti com sede na Pavuna. O mesmo aconteceu com o povoado no entorno da antiga Estação de Merity, posteriormente Caxias, em 1931, foi elevado à 8° Distrito de Iguassú. (CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA IGUAÇU, 2000)

           Essas novas centralidades não comprometeram a transformação do Arraial da Pavuna em sede do 4° Distrito de Iguassú. Essa centralidade foi confirmada em 1919, quando a legislação municipal de Nova Iguaçu reconhecia a sede do 4° Distrito no povoado do Arraial da Pavuna. (CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA IGUAÇU, 2000) Nessa época, o Arraial da Pavuna abrangia as duas margens do Rio Pavuna/Meriti, e o Município de Nova Iguaçu reivindicava a posse de todo o Arraial da Pavuna, margem esquerda e margem direita, que estava no território da Cidade do Rio de Janeiro. Essa disputa entre Nova Iguaçu, Estado do Rio de Janeiro, e a Cidade do Rio de Janeiro, Capital Federal, ficou conhecida como: O Contestado da Pavuna ou Contestado Carioca. O resultado dessa disputa foi a manutenção da da parte do Arraial da Pavuna na margem direita no território da cidade do Rio de Janeiro. Já margem esquerda se transformou na sede do Distrito e, posteriormente, centro do Município de São João de Meriti. (TORRES, 2010)

Imagem 6: Comparação entre os arruamentos urbanos dos centros dos Distritos de Nilópolis, São João de Meriti e Duque de Caxias em 1937 - Planta da Companhia Light

            Dessa forma, o Arraial da Pavuna se configurou como o centro econômico e político do 4° Distrito de Iguaçu. Logo, essa centralidade econômica e política contribuiu para a formação do futuro Município de São João de Meriti. As novas centralidades que surgiram em função das novas estações ferroviárias foram atendidas com a conquista progressiva da autonomia política em dois outros distritos. Mas, isso não foi um processo pacífico quando da criação dos três municípios que esses centros/povoados deram origem. 


Bibliografia


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SPOSITO, M. E. B. O centro e as formas de expressão da centralidade urbana. Revista de Geografia, UNESP. São Paulo p. 1-18, 1991.


TORRES, Gênesis (org.). Baixada Fluminense – A construção de uma história. Rio de Janeiro: IPAHB, 2004.


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